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Jovens brasileiros apresentam projetos no Encontro internacional “Economia de Francisco”

Os jovens brasileiros montaram uma apresentação e participação a partir de ecos de experiências do país de novas economias

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| Brasília (DF) | Por CNBB

O segundo dia da Economia de Francisco segue nesta sexta-feira com uma intensa programação, em que constou inclusive uma leitura coletiva da “Fratelli tutti”. Entre as conferências, os temas abordados são finanças e humanidade, reponsabilidade socioecológica e educação.

Esta sexta marcou também o início da “maratona de 24 horas ao redor do mundo”, na qual todos os países  participantes tiveram cerca de duas horas para se apresentar. A apresentação brasileira teve início às 16h desta sexta-feira e segue até às 18h.

Os responsáveis por dar início foram o Ariel Molina, de Manaus, um dos participantes da Aldeia Agricultura e Justiça; a Lilian de Pellegrine Ellias, de Florianópolis e representante da Vila Agricultura e Justiça e a Tamiris Cristina, de Minas Gerais.

Durante a apresentação, vários brasileiros leram o “manifesto das brasileiras e brasileiros para a economia de Francisco e Clara”, na qual afirmava dentre outras coisas que “as economias do mundo foram chamadas pelo Papa Francisco ao encontro para a construção de uma economia diferente que faz viver, inclui, humaniza, alimenta, cuida”.

“Um encontro que é chão de partilhas, escutas e compreensões, dos diversos sabores que emergem de nossas lutas e sonhos”, dizia um outro trecho do manifesto.

Na sequência houve uma apresentação de um vídeo musical com a música “Brasil Meu Amor”. E após, diversos líderes espirituais, religiosos e religiosas, representantes de pastorais e movimentos desejaram um bom encontro aos participantes.

Os jovens brasileiros montaram uma apresentação e participação a partir de ecos de experiências do país de novas economias e da capacidade organizativa construída a partir do chamado do Papa Francisco. Uma dessas iniciativas mostradas foi a Josefina Colabs, uma coletiva e negócio social de mulheres empreendedoras periféricas que faz o resgate da cultura afro brasileira e indígena.

Acompanhe os diversos trabalhos apresentados:

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